Informativo Sicredi ao Investidor Urbano

Cenário Econômico

 

Na economia internacional, a trajetória da política monetária nas principais praças financeiras não teve alterações, apesar da aceleração da inflação global, impulsionada pela valorização dos preços das commodities.

 

No campo fiscal, o governo apresentou um forte superávit em janeiro (R$36,7 bilhões) - melhor resultado para o mês desde o início da série, iniciada em 2001. O bom resultado renova a confiança no atingimento da meta fiscal de 2017.

 

O ambiente interno favorável, a perspectiva positiva para a aprovação das reformas estruturais e a manutenção do preço das commodities em patamar valorizado continuaram beneficiando a nossa taxa de câmbio (R$/US$). Apesar disso, mantemos nossa visão de R$ 3,40/USD ao término de 2017.

 

Os últimos dados de atividade econômica, referentes ao último mês do ano passado, reforçam a nossa visão de uma queda de 0,5% do PIB do último trimestre de 2016. No entanto, seguimos vendo elevação de 0,3% no PIB em 2017, especialmente pela forte queda nos juros.

 

O processo de desinflação permanece ocorrendo nos primeiros meses do ano, com dados inflacionários surpreendendo para baixo. Alteramos nossa projeção para 4,3% ao fim de 2017 devido a surpresas nos dados de inflação, à perspectiva de atividade ainda fraca e à manutenção da taxa de câmbio (R$/US$) em patamar valorizado.

 

O Banco Central voltou a reduzir em 0,75 p.p. na reunião de fevereiro, colocando a taxa em 12,25% a.a.. Acreditamos que ele manterá este ritmo nas próximas reuniões devido à desinflação disseminada, à atividade ainda fraca e à baixa expectativa de inflação. Projetamos que a taxa Selic atingirá 9,50% a.a. ao término de 2017. Apesar disso, não descartamos a possibilidade de as quedas começarem a ser 1 p.p. por reunião e a taxa de juros fechar em 9,00 % a.a.

 

Mercado Financeiro: Dolar

 

No mercado cambial, o real seguiu apresentando valorização, atingindo as mínimas recentes, para encerrar o mês próximo a R$ 3,10/US$, ante os R$ 3,14/US$ do final de janeiro. Este resultado foi favorecido pelo movimento nos preços das commodities e pela manutenção da agenda positiva que o Brasil vem apresentando, na qual estão inseridas as privatizações e reformas estruturais.

 

Importantes riscos devem ser monitorados para a sustentação deste movimento, quais sejam: (i) a aceleração nas altas de juros nos EUA; (ii) as medidas a serem implementadas pelo presidente norte-americano, Donald Trump; (iii) eleições na Europa, com atenção especial para a força que a extrema direita vem apresentando na França; e (iv), no Brasil, a concretização da reforma da Previdência e a continuidade da Lava-Jato, além dos desdobramentos da delação dos executivos da Odebrecht.

 

Bolsa

 

A nova alta do Ibovespa, de 4% em fevereiro, também segue a agenda positiva do país, com o mercado se movendo, estruturalmente, para uma maior alocação em bolsa, após um período de incertezas nos últimos anos.

 

A despeito disso, riscos como os apresentados acima - isto é, implementação das reformas da Previdência e Trabalhista, Operação Lava-Jato, medidas econômicas de Donald Trump, e eleições na Europa e China - devem ser monitorados, podendo dificultar avanços adicionais da bolsa brasileira.

 

Juros Futuros

 

Em fevereiro, o Banco Central do Brasil repetiu o movimento do mês anterior, reduzindo em 0,75 ponto percentual a taxa Selic, para 12,25% ao ano. Essa decisão foi sustentada pelo arrefecimento dos índices de preços – incluindo redução nas expectativas de inflação – e evidências de uma retomada gradual da atividade econômica. Com essa leitura, o mercado vê a autoridade monetária estendendo o movimento de queda da taxa básica de juros, levando-a para 1 dígito ainda neste ano.

 

É importante destacar que este movimento de juros mais baixos deverá ser estrutural, considerando a aprovação e a implementação de reformas, especialmente aquelas de natureza fiscal. Diante disso, a curva nominal de juros futuros e a curva de juros reais apresentaram queda em toda a sua estrutura.

 

Investimentos

 

Mesmo diante de Juros (taxa Selic) a um dígito para o final de 2017, a renda fixa continuará sendo um excelente investimento em termos de rentabilidade versus risco no Brasil. Isto ocorre pelo fato do que realmente importar em um investimento ser o juro real nele obtido, ou seja, o quanto a aplicação remunera acima da inflação. Por exemplo, em 2015, a taxa Selic era de 14,25%, enquanto que o IPCA (inflação) fechou em 10,67%, assim o juro real neste exemplo ficaria em 3,23% ao ano. Assim, consideramos que mesmo que a taxa básica de juros caia aos projetados 9,50% ao final do ano, o juro real - se a inflação convergir para os também projetados 4,2% -, ficará em 5,08% ao ano, bem acima do observado em 2015. Logo, podemos perceber que não necessariamente pelo fato de o juro ser menor, a remuneração também o será. Por outro lado, neste novo cenário, os investidores que desejam ter retornos mais expressivos em seus investimentos, terão que assumir maiores riscos ao escolher os produtos.

 

Oportunidade: Executive Crédito Privado

 

O Fundo de Investimento Executive Crédito Privado é um produto de renda fixa, com baixo nível de risco, que busca rendimentos acima do CDI. Sua carteira é composta, basicamente, por títulos de crédito de instituições financeiras/empresas de primeira linha. Por aliar segurança e boa remuneração, o Executive Crédito Privado é uma ótima opção para diversificação de seus investimentos. E o melhor de tudo: quando você precisar resgatar seus recursos, seu dinheiro estará disponível em conta corrente no dia seguinte à solicitação.

 

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Palavra de Especialista

 

Estudos apresentados pelo mercado de Previdência Privada apontam que oito em cada dez aposentados se arrependem de não terem se preparado financeiramente para esta fase da vida. Isso pode ser entendido como uma consequência direta, obviamente, da falta de planejamento e do imediatismo do consumo. Além disso, a Previdência pública é pauta diária em todos os veículos de comunicação em virtude dos recorrentes déficits anuais do sistema. Como alternativa a esse cenário, o Sicredi oferece aos seus associados planos de Previdência Privada que atendem aos mais diversos perfis de investidor, desde o conservador ao mais arrojado. Os planos podem investir em fundos 100% renda fixa, índice de preços (inflação) ou renda variável (ações), com taxa de administração que pode chegar a 0,7% a.a., conforme regras e regulamentos de cada plano.
 
(GUSTAVO VANZETTA, coordenador de produtos seguros e previdência Corretora de Seguros Sicredi)

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